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Tormento

Não há algo tão imprevisível como a vida. Você pode até achar que a sua história é um marasmo, que os dias se sobrepõem, repletos de melancolia e mesmice. Entretanto, você está redondamente enganado! Quando menos esperamos, um furacão passa e nossos pilares tremem. É assim quando surge uma doença inesperada, quando alguém que amamos se vai, quando perdemos nossos empregos e ficamos sem sustento, enfim, diversas são as surpresas que podem ocorrer. A questão, na verdade, é que, inicialmente, esses imprevistos podem nos enganar... Podemos acreditar que os mesmos são maravilhosos ou terríveis. A questão é que, com o tempo, podemos tirar lições incríveis dos acontecimentos das nossas vidas. Precisamos, na verdade, é estar dispostos a aprender sempre. Não importa quantos anos nós temos, sempre existirá uma nova lição nesta jornada! E sob esta premissa, a pergunta que devemos fazer em todos os momentos nos quais a vida nos surpreende com circunstâncias adversas é: "o que eu posso aprender com isso"? Entretanto, não endureça. Não passe a ver a sua vida com ódio ou rancor. Estes são sentimentos tristes, que não levam a nada. Procure enxergar a sua existência como uma Escola, repleta de ensinamentos, que através de testes ou conjunturas, nos coloca à prova e nos faz progredir.

Toda essa filosofia apresentada foi intencional para falar de uma produção francesa extraordinária que chegará em breve aos cinemas. Pois, imagine-se vivendo a vida dos sonhos, à beira-mar, na costa Francesa! Diversos relacionamentos com mulheres lindas, que são loucas por você. Praticamente, a projeção do paraíso! Indefectível. Porém, de uma hora pra outra, uma bela moça com a qual você teve um relacionamento, aparece com um bebê. Ela te entrega a criança e vai embora para outro país. Você fica tão desesperado que vai para Londres, atrás dela, a fim de tentar "devolver" a menininha. A questão é que você não a encontra e precisa assumir, de forma abrupta, a paternidade da linda criança chamada Glória. De onde menos se poderia imaginar, surge um forte laço. Trata-se de uma conexão fantástica entre a pequena e seu pai. A questão é que Gloria, a cada dia que passa, alimenta mais e mais o desejo de conhecer sua mãe. Oito anos passados, pai e filha são inseparáveis. E, quando menos se poderia imaginar, a mãe reaparece empenhada em recuperar a guarda da filha e exercer o papel de mãe.

Em "Uma Família de Dois", o espectador passa por uma mistura excêntrica de sentimentos. Inicialmente, tem-se a sensação de uma raiva inexplicável dos pais da criança. É como se existisse um despreparo enorme da parte de ambos, pois, os dois foram inconseqüentes. Porém, com o decorrer da película, passamos a perceber o amadurecimento do pai que, em contato com a menina, cresce e torna-se um homem de verdade. Ele deixa de ser um garoto, um galanteador barato, para ser um pai de família. É lindo!

Paralelamente, o sumiço da mãe nos faz criar por ela uma grande raiva, pois, a menina sente falta da figura materna. Por outro lado, quando ela retorna e deseja passar a exercer seu papel de mãe, se torna uma figura apaixonante. Percebe-se, então, que quando falamos das coisas do coração, fica difícil rotular "certo ou errado". Essa dicotomia não se aplica para o ser humano. É possível dizer que a cor é "clara ou escura", que a temperatura é "quente ou fria". Por outro lado, quando tratamos de assuntos delicados como sentimentos, arrependimentos e família, não há regras a serem seguidas. Muitas vezes, a situação sai do controle. E, no final das contas, quem somos nós para julgar os outros? Existem seres tão puros e perfeitos capazes de crucificar seus semelhantes, tamanha sua superioridade?

 

Creio que, antes de assinar quaisquer sentenças, devemos aprender com as circunstâncias. Antes de agir, cabe pensar e tentar calcular as conseqüências. Entretanto, caso algo inesperado aconteça, cabe a nós lidar com as adversidades, aprender com elas e sair revigorado dos labirintos. O mais importante é saber seguir adiante, tendo aprendido e estando preparado para as lições seguintes que, com certeza, estão por vir. E não há melhor citação para fechar esta reflexão, do que a pérola de meu filósofo favorito, Friedrich Nietzsche: "O que não me mata, me fortalece".


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